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TEATRO: Teatro de Revista – Teatro Radiofónico – Teatro Declamado

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Dois copos de três

Manifesto Anti-Tuga

Visão rápida

O Autor Henrique Rodrigues (HMR) adopta uma posição irreverente nos seus escritos. O seu horizonte noético alarga-se a cada dia que passa. Estudou Teologia, Práticas Culturais e Filosofia Política no tempo das vacas gordas... Esvaziados os bolsinhos para alimentar as “almas mater” deste talhão a que chamamos Terra dos Lusos, alicerçado em atenta mundividência, tem-se esforçado por desenvolver a atitude crítica (que sempre o caracterizou) pari passu com o gosto pela forma estilizada, a síntese, a estética inconformista. Pugna pela liberdade criativa, associando-se naturalmente àqueles que querem, podem e desejam criar sem peias, nem enquadramentos! Combinando criatividade e reformulação de posições tipificadas e gastas com um conjunto de pressupostos sobre a sociedade, a realidade política, o destino do homem, as suas aspirações, a vida ética, moral e religiosa do indivíduo, progride este autor em direcção a um futuro incerto mas apelativo. Tem Fé! E que falta faz, hoje em dia, ter Fé… «meio de demonstração das coisas invisíveis, posse antecipada do que está para vir”. Aprendizagem contínua, partilha de ideias e ideais, prática de um etos viável, eis as suas coordenadas de vida.

Detalhes

A Obra “MANIFESTO ANTI-TUGA” Diatribe decalcada da de Almada-Negreiros, permuta o “DANTAS” do célebre e centenário «Manifesto Anti-Dantas» em “TUGA”, neste seu «Manifesto Anti-Tuga». O texto incoa com um Prefácio fantasioso de Eduardo do Prado Coelho, visitado no Inferno pelo protagonista da censura – que nunca se identifica, aliás, mas revela na mensagem o tónus do seu carácter e os objectivos cimeiros de sua vida. Segue-se uma Introdução, “Ante Omnia”, que capta a atenção do leitor para o enfoque político do corpo principal da obra. A verrina, propriamente dita, segue o texto do “Manifesto Anti-Dantas” de Almada Negreiros, mas não à letra, aliás, com alterações significativas! Envolvendo o leitor numa litania Anti-Política de proporções épicas e repercussões anímicas e morais, inviabiliza assim a indiferença e a abstenção de opinião por parte de quem o lê. A obra? Por ser avassaladora, ou se rejeita com asco, ou se adopta com predilecção, e bem arreigada no íntimo! A mordaz crítica lançada em palavras aladas, como os golpes de um mestre de Kung Fu, atinge toda a casta política actual (a tal que se alimenta da credulidade do “E-Leitor” e da “Esperança” que a todos tolhe!). E não são as dimensões da obra mais do que suficientes para o propósito lograr. Sem decoro e com agrado, enovela-se o leitor, melhor, «o consulente das coisas sagradas», como se o apelida, nos termos da verdadeira “Demo-kratia”, expondo as debilidades da espúria de modo directo e poeticamente carniceiro. Vermelho é! Vermelho será!

Informação Adicional

Nome do Autor 1 Henrique Rodrigues
Nome do Autor 2 Não
Editor Não
Tipo de Papel Branco 80g
Formato A4
Tipo de Impressão Cores
Tipo de Encardenação Capa Mole
Número de Páginas 50